19/11/2008

Troca impossível

O que você faz quando ganha um presente que não gostou e ele veio sem etiqueta de troca?

Redação IG


Todo mundo já ganhou um presente que não agradou. Seja pelo tamanho, pelo estilo ou simplesmente pela cor, alguns presentes se tornam verdadeiros “micos” nas mãos do presenteado.

Nesses casos, trocar é a solução perfeita. Mas… E se aquele presente horroroso que você ganhou veio sem a etiqueta para troca?  

“Se eu souber de que loja vem o presente, vou até lá e tento convencê-los a fazer a troca. Se não, eu deixo em casa mesmo…” - Madalena Nunes, 46, enfermeira

“Eu deixo o presente num canto do armário, esquecido em algum lugar… Não vou querer ficar olhando para ele!” – Viviane Tudon, 41, professora

“Eu falo com a pessoa que me deu o presente! Mas não conto que odiei o presente, falo que ficou pequeno ou alguma coisa assim…”- Henrique Rodrigues, 23, hoteleiro

“Eu converso com os meus amigos, vejo se alguém quer o presente… Jamais falaria com a pessoa que me deu o presente, acho deselegante!”- Marisa Gonçalves, 50, bancária

“Eu dou o presente para alguém, sem problemas” – Mariana Chaves, 20, estudante

“Primeiro eu tento trocar na loja. Se eu conseguir, ótimo! Se não, faço uma doação ou algo do tipo…”- Luis Fernando Souza, 57, empresário

“Guardo o presente em casa e espero a oportunidade de dá-lo para outra pessoa… mas para alguém que possa gostar!” - Renata Ferreira, 32, advogada

“Tenho vários presentes guardados em casa que, por algum motivo, não foram trocados. Estamos guardando para dar para uma instituição de caridade”- Guilherme de Medeiros, 52, arquiteto

Opinião de especialista

Lícia Egger, colunista do iG e expert em etiqueta, explica que o presente tem um significado maior do que o seu valor em dinheiro e, por isso, é preciso ser delicado. “A melhor alternativa é aceitar, agradecer e guardar o presente”, recomenda. “O mais importante é não tentar repassar o presente para não criar uma corrente de presentes indesejados”.

A consultora também destaca que conversar com quem deu o presente só é uma opção se essa pessoa for muito íntima e der abertura para isso. Mesmo assim, isso tem que ser feito com cuidado para ninguém sair magoado.

Se mesmo assim você quiser repassar o presente para alguém, Lícia aconselha que faça isso com honestidade. “Explique que você ganhou, não gostou e que não é possível trocar. Aí, a pessoa que decide se fica ou não com o presente”.  

 

Publicado no Portal IG, Especial de Natal


18/11/2008

Que presente você dá para o seu chefe?

Escolher uma lembrança de fim de ano para o chefe não é tarefa fácil. Veja o que as pessoas normalmente compram e confira a recomendação da expert em etiqueta.


Muitas dúvidas surgem na hora de comprar um presente para o chefe… Tenho que gastar muito ou só uma lembrancinha vale? O que é legal comprar e o que não se dá de jeito algum? Será que meu presente éadequado para o ambiente de trabalho?

Perguntamos para algumas pessoas o que elas compram para o chefe no fim de ano e, depois, consultamos uma especialista em etiqueta para saber como escolher esse presente delicado:

Livros e dvds são uma boa opção. Meus chefes gostavam bastante de coisas pra casa, porta-retratos, etc”. (Celena Soeiro, estudante)

“Um dia, discuti com o meu chefe que porque ele achava que não tinha umrecarregador para pilhas AAA e eu sabia que existia. Aí, dei o tal carregador para ele, que tem mil controles remotos…” (Nathália Takenobu, publicitária)

“Compraria um protetor solar fator 30, versão oil-free, com a desculpa que ‘esse buraco na camada de ozônio é um escândalo!’” (Angela Kajita, linguista)

“Para um chefe que eu não conheço bem dou uma camisa social, se for homem, ou uma blusinha de ginástica, se for mulher. Se eu conhecer bem, compro um sapato ou bijuteria.” (Fernanda Pazzos, advogada)

“Eu tive um chefe que trabalhava escutando música no computador e ouvia tudo muito alto! Para ele, eu daria um fone de ouvido daqueles ultramodernos que tivesse controle de volume”. (Livia Minhoto, publicitária)

“Compro uma garrafa de vinho ou um porta-retrato digital”. (Roberto Marques, administrador)

“Eu daria um presente por obrigação, como flores. De repente, um perfume… Nada criativo, isso eu deixo para outras ocasiões!” (Joana Ribeiro, economista)

“Eu geralmente eu tenho chefes mulheres, então dou para elas kits de beleza, daqueles que vêm com sabonete, hidratante, esfoliante… Eu acho legal porque além de ser básico e servir para dar quase qualquer pessoa, ainda tem toda a coisa de ser sustentável e tal… Uma vez, eu dei uma vez uma caixinha de sabonetes com cheiro de pão de mel, minha chefe adorou!” (Lia D’Amico, publicitária)

“Eu daria uma cerveja glamurosa, ou um drink chique.” (Carolina Braga, publicitária)

Lícia Eggercolunista do iG e especialista em etiqueta, dá a solução:

“Você jamais deve fazer loucuras e gastar mais do que estava imaginando. Você tem que olhar além do cargo e pensar no presente que pode agradar a pessoa, independente do valor. Algumas sugestões boas são cds e livros, que mostram uma preocupação com a escolha do presente. Uma garrafa de vinho também é uma boa opção…

Em geral, presentes que passam uma idéia de intimidade não são indicados. Cuecas, meias, perfumes e até gravatas podem mandar a mensagem errada para o seu chefe”.

 

Publicado no Portal IG, especial Natal


18/11/2008

Ao falar cuidado para não cometer erros

Saber falar corretamente é uma competência que não passa desapercebida. Pessoas que falam fluido e sem erros de português são bem vistas.

Para ajudar a não cometer gafes com a lingua este video é além de divertido uma boa lembrança do que não se deve falar.

 

 

Divirta-se com Pleonasmo


18/11/2008

Peça “O Colar da Vida” dia 22 de novembro - grátis

A peça “O Colar da Vida” acontece no dia 22 de novembro, na Livraria da Vila
do bairro Jardins

Uma contação de histórias especial e gratuita promovida pelo Se Toque – Instituto de Desenvolvimento Social, acontece no dia 22 de novembro, sábado, na Livraria da Vila do bairro Jardins, em São Paulo e contará com a presença da idealizadora da ONG, Monica Serra.

O espetáculo tem como objetivo levar informações sobre prevenção do câncer de mama e da importância da realização da mamografia às crianças e jovens, por meio do Programa Colar da Vida.

Dia: 22 de novembro
Horário: 16 horas
Entrada: Gratuita
Local: Livraria da Vila Lorena
Al. Lorena, 1.731 - Jardins.
Mais informações no telefone (11) 3791-0143
www.setoque.org.br


16/11/2008

Dei vexame na festa da empresa. E agora?

Leia as histórias e veja as dicas da nossa especialista em etiqueta para sair dessa saia justa

Redação IG

 

 

Nessa época do ano, muitas empresas organizam suas festas de confraternização. A ideia é ótima para reunir os funcionários em um ambiente descontraído e fazer com que todo mundo se divirta um pouco. Mas o resultado pode ser desastroso se alguém beber além da conta e perder a linha.

O que fazer numa situação dessas? Nossos entrevistados contam o que fizeram (ou fariam) depois de passar dos limites na festa da empresa:

“Uma vez, bebi demais em uma festa de fim de ano da empresa e cheguei a passar mal na frente dos meus colegas. No dia seguinte, agi como se nada tivesse acontecido, até porque eu não me lembrava muito bem, eu ainda tava meio que sob efeito da vodca. Quando entrei no recinto onde trabalhava e fui recuperando a memória aos poucos. Enquanto isso, foi uma sequência de risos. Eu não entendia muito bem do que se tratava, mas enfim…depois eu fiquei sabendo.” (Fernando Souza, publicitário)

“Se eu ficasse bêbada e não fizesse nada, não teria problemas. Afinal, todo mundo bebe! Eu tomaria um litro de café em casa e chegaria pontualmente no dia seguinte! Agora, fazer besteira na festa, eu não consigo nem imaginar. Poxa, tem que se controlar em festa de empresa!” (Roberta Amatto, advogada)

“Eu já bebi um pouco mais num happy hour com os chefes, mas não fiz nada de mais… Só que fiquei com uma ressaca enorme. No dia seguinte, aproveitei a hora do almoço para dormir no espaço de convivência da empresa.” (Cláudio Fernandes, engenheiro)

“Eu não faria nada no dia seguinte. Aliás, esperaria que as pessoas tivessem a decência de fingir que não viram.” (Pedro Carneiro, médico residente)

“Eu tentaria agir com naturalidade se não tivesse dado nenhum escândalo. Se a coisa fosse muito vergonhosa, acho que iria me desculparcom o chefe… Seria bom dar alguma satisfação, né?” (Camila Veloso, designer)

Lícia Egger, a expert em etiqueta do iG, explica o que fazer nessa situação delicada:

“Se você incomodou as pessoas, deve pedir desculpas, mas sem exagerar. Se não tiver coragem de falar com a pessoa, escreva um cartão simples e não comente mais sobre o assunto. De qualquer forma, evite prolongar o acontecimento para não ter que ficar se explicando eternamente.

Se você não incomodou ninguém, não peça desculpas, não lembre do episódio e não fale mais sobre isso. Mas se alguém fizer algum comentário ou uma piadinha, não dê corda e responda com um simpático ‘É, eu realmente aproveitei a festa’. E fim de papo.”

 

Publicado no Portal IG 15/11/2008


14/11/2008

A primeira impressão ajuda muito

 

Paul Potts foi uma revelação, mas para conseguir ter sucesso teve que convencer o juri e a platéia que tinha uma voz competente e que era muito bom.

A aparência de Paull Potts não ajudou muito na primeira apresentação. Talvez ele tivesse recebido mais atenção do juri se sua aparência fosse melhor. Ele teve sorte porque é muito bom, mas e se essa fosse uma entrevista em que o talento pessoal só pudesse ser revelado no cotidiano?


14/11/2008

Veja o que pode acontecer quando o privado vira público

Veja a gelada que o presidente Berlusconi entrou


14/11/2008

Me mande uma proposta…mas é URGENTE!

 

Essa é a frase que mais se ouve no mercado de trabalho. Proposta URGENTE!

Sem medir as conseqüências de um pedido desta natureza as pessoas vão movimentando o mercado de propostas.

Numa ponta estão os que têm uma leve idéia do que precisam e do outro, as empresas que precisam vender e portanto, se lançam a propor coisas mirabolantes. No meio, um bando de gente que precisa mostrar serviço.

É a indústria de propostas. Na semana passada, conversando com um amigo sobre o assunto, ele me respondeu com um ar cansado: “Tenho mais de cem propostas na rua esperando por uma resposta.”

A insensatez é tanta que depois de pedirem com urgência as propostas, muitas vezes, só para mostrar serviço, as pessoas se esquecem de posicionar a quem pediram sobre o atraso na resposta ou a negativa formal.

Para quem correu e fez das tripas o coração, para atender o eventual cliente, fica a tensão de algum dia obter a resposta.

Como se elaborar uma proposta séria fosse brincadeira e gastasse pouca energia das empresas, essa indústria causa sérios danos a credibilidade das empresas em geral.

Quem é que torce de coração para um projeto ser aceito? Dos mais calejados é difícil receber uma reação de entusiasmo, antes de ter certeza. Na maioria das vezes, as propostas são entregues só para cumprir tabela.

Para melhorar a credibilidade das empresas, é preciso que as pessoas que pedem sejam responsáveis e comecem a avaliar se de fato vão poder implementar o que está sendo pedido. Caso contrário, é de bom tom avisar com antecipação que aquilo que estão pedindo é só para mostrar serviço para o chefe ou para quem quer que seja.

Pode parecer bobagem mais imagem de seriedade e credibilidade é uma construção que passa também pelo modo como a empresa leva a sério o pedido para uma proposta.


5/11/2008

Stress e anonimato uma combinação desastrosa

Não é novidade que o stress deixa as pessoas mais vulneráveis à se comportarem de forma intolerante e agressiva.

Embora muitas vezes cheias de razões pessoais as pessoas estressadas agem e tomam atitudes com relação à quem orbita em torno delas que em outras circunstâncias jamais aconteceriam.

O mesmo pode-se dizer quando o anonimato faz com que as pessoas sintam-se a vontade para humilhar ou destratar quem naquele momento entra em contato com elas.

Nenhuma das situações justifica mal criação ou falta de compostura, mas quando stress e o anonimato se somam o resultado desastroso pode ser alem do imaginado.

Para quem se comporta mal, alem de receber em troca todas as energias negativas do universo, o resultado pessoal no que se relaciona à imagem e a paisagem interna do corpo não tem nada de positivo.

Para as vítimas dessas pessoas o que resulta é a sensação de terrível e insuportável humilhação, raiva e descrédito. E mais grave é que depois de agir de forma grosseira não adianta pedir desculpas ou se envergonhar. Porque não existe borracha para apagar grosseria recebida da memória.

Ser grosseiro por qualquer motivo nunca é bom para ninguém. Por isso, pense duas vezes quando for agir ou agredir verbalmente alguém.